sábado, 11 de junho de 2011

Pequena Grande Mulher


Como retribuir tamanho conforto físico e mental por manter tua temperatura elevada mesmo em ambiente tão gélido?

Umidade que não causa gastura, não compromete o cômodo com mofo.

Em meio à superlotação de transpores públicos, estes onde sempre esqueço meus guarda-chuvas... De pé rente à minha face, teu estratégico calor humano é o único que se faz notável.

Me aqueces não se importando com o frio extremo de perder todo o sangue do corpo.

Odor viciante que desmistifica, humaniza.

Infeliz dúvida de como agir perante tal visão frágil, sensível, sendo eu indivíduo desprovido de delicadeza. Que receio é esse de quebrar-te que me assombras?

Mal sei que teus caminhos não têm fim, constroem e destroem famílias, lares...

Por outro lado, seria motivo para o homem deixar de guerrear. Ou talvez o contrário...

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